Páginas

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

É BRINCADEIRA!!

Como diz Gerson, é brincadeira! Parece mentira que alguns jogadores com o futebol tão pequeno consigam chegar à um grande clube e receber mais do que a maioria dos grandes executivos do país.

Quem assiste uma peneira de joagdores de futebol percebe a dificuldade que é (ou deveria ser) chegar, pelo menos, nas divisões de base de um clube pequeno. Mas como é inusto esse mundo da bola... enquanto alguns garotos sobram em talento e, sem espaço, acabam abandonando o sonho de ser jogador somos obrigados a assistir verdadeiras barangas desfilando pelos gramados.

Vou falar mais especificamente do Rio de Janeiro, e para não ser injusto vou citar apenas jogadores que ganham mais de 30 mil reais (isso mesmo, trinta mil!!) E pra mostrar como "sobra talento" vou convocar ois por posição.


Aí vai a seleção de craques:

*Fernando Henrique (Max)

*Luizinho (Wagner Diniz)
*Rodrigo Arroz (Dudar)
*Renato Silva (Luiz Alberto)
*Rubens Junior (Junior Cesar)

* Roberto Lopes (Romeu)
* Fabinho (Jailton)
* Toró (Ricardinho)
* Leo Lima (David)

* Rodrigo Tiui (Somalia)
* Alan Kardec (Abuda)

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Meu pitaco sobre o Kerlon...

É indiscutível que a jogada do "foquinha" requer muita habilidade, que é um talento especial, que, nunca ninguém fez isso antes, etc... etc... etc...
Falar sobre isso é chover no molhado e repetir tudo aquilo que dizem por aí; e eu concordo com tudo isso.

Os que defendem o futebol-arte argumentam que é uma jogada pra frente, em direção a gol, no entanto o curioso é que o próprio Kerlon reforça a idéia de uma jogada provocante, pois ele nunca a faz quando o time está perdendo (e nunca fez mesmo!).

No Mundial Sub-17 há uns dois ou três atrás, logo assim que o "Foca" começou a despontar, o Brasil jogou cinco partidas com o atacante como titular, e em apenas uma ele fez a tal jogada, foi num jogo contra a Colômbia, no fim do segundo tempo, e o Brasil ganhava por 3 a 1. Semana passada o Cruzeiro perdia para o Flamengo no Maracanã e Kerlon entrou no segunto tempo para tentar alguma coisa pelo time celeste... Nada de Foquinha.

No clássico contra o Galo, o Cruzeiro vencia a partida e o mesmo Kerlon entrou na segunda etapa... Foquinha neles!

O Kerlon é bom jogador e não pode ficar marcado apenas por essa jogada, mas cabe a ele saber quando usar, e variar o repertório antes que venha um Luiz Alberto por aí e "arregace" ele.

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Valeu!!


É A VEZ DO FLAMENGO!

DEFINIÇÃO DE FLAMENGO (Carlos Alberto Parizzi*)

Pessoas costumam dizer que existem dois tipos de torcidas no Rio. A do Flamengo e a “Anti-rubro-negra”. Jogadores falam em pele vermelha e preta. O décimo segundo jogador é permitido, pelas regras do futebol, ao Flamengo, sua torcida. Não importa qual destas afirmações acima define mais o Flamengo. O fato é que este clube representa a maior fatia de torcedores do Brasil. Digo Brasil porque em qualquer lugar deste país que houver jogo do Flamengo existirá uma torcida local, às vezes maior do que a do próprio time do lugar. É com toda esta paixão que a “Nação Rubro-negra”, como é chamada a torcida do Flamengo, faz de seus jogadores, além de ídolos, figuras folclóricas. Não precisa ser craque, mas sim, ter identificação com a mística da camisa vermelha e preta. Citar nomes como: Zizinho, Dida, Babá, Zico, Leandro, Junior, Gerson, Carlinhos, Adílio, Andrade, Henrique, Dequinha, Joel e uma centena de jogadores que são ídolos rubro-negros por suas qualidades técnicas é missão muito fácil. Mas o Flamengo vai, muito mais, além disso. Quem não se lembra de Fio, que acabou tema de música (Fio Maravilha-Jorge Benjor), com sua dentadura protuberante? Craque? Longe disso. Mas, com certeza, a maior “química popular” entre um jogador e uma torcida. Conseguiu se transformar num dos maiores nomes do clube sem jogar 50% de todos os nomes que citei acima. E como ele, Beijoca, Berico, Merica, e atualmente o baiano Obina, que vestiram o “Manto Sagrado”, como a torcida rubro-negra chama a camisa do seu time. Jogadores estrangeiros que defenderam o clube também sentiram o “gostinho” de serem idolatrados, como Doval, Domingues, Reyes, Fillol e outros de menos projeção, mas de igual dedicação ao ofício de representar o Flamengo.Escrever sobre o Flamengo é como se estivesse segurando uma caneta com 33 milhões de mãos. Ninguém consegue ter esta responsabilidade sem dividi-la com esta torcida. E a torcida rubro-negra é fanática por esportes. “Seja na terra, seja no mar, vencer, vencer, vencer, uma vez Flamengo, Flamengo até morrer”, este hino retrata, fielmente, o que é ser rubro-negro.

* Parizzi, está na Rádio Manchete 760 AM; na "Manchete Esportiva" / "Jornada Esportiva" e nas transmissões ao vivo.
Google