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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Falou tá falado!

O técnico Silas disse que o atacante Val Baiano não desapresendeu a fazer gols.
Pois é, tecnicamamente é verdade... uma vez que ele nunca aprendeu, portanto não tem como desaprender, certo?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O Maraca é meu - José Ilan

O Maracanã começa suas obras para 2014. Já muito atrasado, correndo riscos de atropelos e licitações nem tão transparentes, mas antes tarde do que nunca.

E deixa uma ponta de melancolia.

O gigante construído para a Copa de 50, remendado inúmeras vezes, passou por duas grandes reformas recentes: Uma para o Mundial de Clubes, em 2000. Outra para os Jogos Pan-Americanos, ainda outro dia, em 2007. Centenas de milhões de Reais foram gastos nas duas (em torno de R$ 300 milhões). O Maracanã atual, se não era um estádio de primeiro mundo, inegavelmente tinha razoável conforto para os torcedores. Sua grande e badalada novidade na recente reforma era o setor inferior de cadeiras, com ótima visão do campo. Frequentado por famílias, crianças, e além de tudo, com o ingresso mais barato do estádio. E olha que chegou com a difícil missão de substituir a lendária geral, que desapareceu sob as cadeiras azuis.

As mesmas cadeiras, que três anos depois, e apenas dois dias após receber uma multidão em festa, são exatamente as primeiras a perder espaço para o futuro. Já estão empilhadas, saindo de cena.

O Maraca, tal qual um corpo cansado, que muito já viu e tanto viveu, vai novamente pra mesa de cirurgia. Em breve será invadido não por bisturis, mas por tratores, escavadeiras e máquinas que vão tratar de lhe deixar com carinha de um jovem senhor para a Copa de 2014.

Desde meus cinco anos de idade, levado por meu saudoso pai, fiz do infinito gigante de concreto minha segunda casa. Desde as empoeiradas e vastas arquibancadas, passando ao gramado, às tribunas de imprensa, até levar hoje meu filho – com os mesmos cinco anos – ao mesmo lugar onde tudo começou pra mim.

Foi nele que descobri que doce e amargo podem estar separados apenas por alguns metros. Foi lá que vi, tudo junto, intolerância, compreensão, ódio e fraternidade. Foi no Maracanã que abracei, pela primeira vez e ao mesmo tempo que outros milhares, um estranho. Foi naqueles históricos degraus que aprendi que saber vencer é, às vezes, mais difícil que saber perder. E foi no velho Maraca que saboreei as mais inesquecíveis jovens tardes de domingo.

Sim, definitivamente ali, fui muito feliz.

Por isso, olho angustiado para as novas obras do Maracanã; como quem leva um parente ao hospital, e sem ter a quem perguntar: “Ele vai ficar bom, né Doutor?!”.

Que cuidem bem do meu velho e tantas vezes maltratado Maraca.

Este coração e o de muitos milhões pulsam por ele.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Parem com estes discursos!

Depois de muito tempo sem aparecer por aqui, eu voltei! Estava ouvindo a Rádio Tupi quando o apresentador do programa Giro Esportivo anunciou a “sonora” do Vasco e o zagueiro Fernando começou a discursar sobre o problema do clube carioca.
O defensor admitiu que salário atrasado não atrapalha o trabalho dentro de campo e que em diversas vezes a vitória pode esconder muitos transtornos. Após escutar este discurso “bonitinho” do zagueiro fiquei constrangido como o comentarista do giro, Eugênio Leal.
O jornalista garantiu que falta de dinheiro prejudica sim o time cruzmaltino. Segundo o repórter este discuro trabalhado e com intuito de preservar o grupo não vai adiantar muito quando a diretoria começar a dever mais alguns meses.
Eu, felizmente, tenho que concordar com o comentarista, pois quem não se lembra do caso Vampeta no Flamengo: Finge que paga e eu fingo que jogo. È infelizmente o futebol esta repleto destas situações e quando nós vamos acabar com elas, ninguém sabe!
Guilherme Santos

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Enquanto isso....


O Fluminense é o primeiro clube carioca a procurar reforços para o campeonato brasileiro, na noite desta terça-feira o time das laranjeiras fechou com dois jogadores do problemático São Paulo. O meia Cleber Santana que participou da partida contra o Botafogo e o zagueiro André Luis, que já teve um passagem pelo tricolor em 2001 e pelo alvinegro em 2008. O clube do morumbi receberá 1,5 milhão de euros equivalente ao que pagou para o Atlético de Madrid.
Segundo o Jornal Folha de São Paulo contratado a peso de ouro Cleber Santana não rendeu e gerou a insatisfação do presidente Juvenal Juvêncio. O meia tinha o terceiro maior salário do elenco atrás apenas do goleiro Rogério Ceni e do atacante Wasghiton. A negociação vinha sendo feita a duas semanas pelo o empresário do atleta, Marco Antonio Teles, que também ficou à frente da contratação do técnico Muricy Ramalho para o Fluminense.
Para Muricy estes atletas serão fundamentais porque ajudará a compor um elenco mais forte. "O André e Cleber vêm para nos ajudar. Precisamos de jogadores para estas posições", disse o técnico que precisa de jogadores polivalentes.

Guilherme Santos
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