Que bonito é: ver o Maracanã lotado em tarde de decisão!Nem vou me apegar, aqui, ao resultado do jogo, apenas à grandeza de um espetáculo como este. Espetáculo que une o rico ao pobre; o cristão ao ateu; o branco ao negro.segunda-feira, 28 de abril de 2008
Que bonito é!
Que bonito é: ver o Maracanã lotado em tarde de decisão!Nem vou me apegar, aqui, ao resultado do jogo, apenas à grandeza de um espetáculo como este. Espetáculo que une o rico ao pobre; o cristão ao ateu; o branco ao negro.domingo, 27 de abril de 2008
Tática do Flamengo
Mas também é indiscutível que o Fla não tem NENHUM padrão tático. Não admito que um treinador que esteja há quase um ano no comando de um time não consiga implantar um esquema de jogo, uma jogada ensaida, uma jogada de escantio, etc.
Ele é um grande motivador e conta com o carinho dos jogadores, isto é determinante para o sucesso de uma equipe, mas na parte tática ele fica muito a desejar; ainda mais com o elenco atual que é recheado de (boas) opções em quase todas as posições.
Joel segue com esquema que deu certo no ano passado mas que já está manjado pelos adversários. Já não basta mais congestionar o meio de campo pra soltar os laterais, que realmente são muito bons ofensivamente. Não basta! É preciso criar alternativas de jogo, variação de esquema dentro da partida. Quando um Fla pega um time como o Botafogo que marca todos os jogadores quase que individualmente a equipe não joga, não joga porque não tem outra alternativa.
Esta é minha análise tática do Fla:
O time começa por um grande goleiro: Bruno. Joga demais, excelente saída de bola, boa impulsão e defesas arrojadas.
Também gosto muito da defesa, Fábio Luciano é o verdadeiro xerifão, espana tudo que vê pela frente e, assim como Angelim, tem um tempo de bola muito bom. Este último também me agrada bastante, é um zagueiro rápido e que se posiciona muito bem, só fica devendo no combate direto ao atacante por ser um pouco franzino pra sua posição.
Aí vem o meio de campo: Joel usa e abusa dos cabeças de bagre: Jailton, Toró, Cristian e cia. Faz um paredão de brucutus pra liberar Juan e Leo Moura pra atacarem como ÍNDIOS! É o unico time do mundo no qual os laterais se cruzam dentro da área ADVERSÁRIA. Sobem ao mesmo tempo e deixam duas avenidas abertas. Isso não tática! Isso é pelada. Pelo menos ali tem o Ibson que, quando quer, dá um toque de qualidade na meiuca. Quando quer e quando não é displicente.
Na frente Souza: O CONE. Nem precisa falar nada, né? O caminhão de gols perdidos falam por si só.
Ps: (olha contradição rsrs) Eu gosto muito do Souza, apesar de reconhecer que ele é fraco. Ele seria titual fácil do meu time. É referencia no ataque e gosto de jogador maluco! Tem que ter um doido no time...
quarta-feira, 23 de abril de 2008
É ele?
terça-feira, 22 de abril de 2008
Sobre a final...
O Fluminense é um time sem padrão tático (assim como o Flamengo), que jogou disperso e lento, enquanto o Botafogo, por regra, joga num esquema de marcação de todos os jogadores adversários e segue à risca as orientações do Cuca.
Muito se falou sobre a decisão do Washington de pegar a bola pra bater o penâlti mesmo sendo a quarta opção em campo para efetuar a cobrança. Ora bolas, o cara é o artilheiro time! É experiente e foi ele quem sofreu o penalti. Ele chamou a responsa pra si (ninguém se manifestou) e foi pra bola. Puro azar... a pelota, caprichosamente, tocou a trave. Discussão boba. Me admira o Renato querer cobrar explicações dele.
Choro e vela
Já passou do limite do tolerável a catimba do Castillo e o choro do Jorge Henrique. Toda vez que o Botafogo abre vantagem no placar o goleiro alvinegro passa a sentir dores misteriosas e, não raro, ultrapassa os seis segundos com bola nas mãos durante a reposição.
Jorge Henrique, por sua vez, começa a simular faltas e provocar adversários a torto e a direita. Contra o Fla deu certo, mas contra o Flu o feitiço virou contra o feiticeiro e o baixolinha caiu na pilha. Resultado: rua (merecedidamente) e lágrimas (pra variar).
Tribunal
Eu gostaria de saber se a promotoria também vai levar pro tribunal, assim como fez com Juan, o "desabafo" de Alessandro após a explusão, injusta, diga-se de passagem.
Toma lá da cá
Eu fico embasbacado com a forma de jogar de alguns atletas. Atletas como o volante Ygor, do Flu. Volante este que o Renato insiste em escalar como titular e ainda é tido como homem de confiança do treinador. Ygor, inclusive, desbancou Fabinho (da Fiel) no leque de reforços oferecidos.
Mas como eu ia dizendo... O Ygor, assim como outros tantos, é o tipo do jogador que faz um esforço danado pra roubar a bola (se joga no chão, corre, pula...) e entrega para o primeiro adversário que vê pela frente para, assim, recomeçar sua busca desenfreada por roubá-la novamente (e entregar outra vez).
Vai entender...